22/05/2013

Análise: Sleeping Dogs


Sleeping Dogs é um game desenvolvido pela United Front Games em conjunto com a Square Enix e foi lançado em agosto de 2012. Sua proposta é trazer um mundo aberto situado em Hong Kong tendo uma série de missões paralelas juntamente com a missão principal. Inicialmente o game seria um reboot da série True Crime, porém o projeto não seguiu adiante e teve seus direitos adquiridos pela Square Enix. Aclamado pela crítica chegou a vender mais de 1,7 milhões de unidades ao redor do mundo até março de 2013!

Jogo: Sleeping Dogs
Plataforma: Xbox 360 / PS3 / PC
Suporte a multiplayer: Não
Destaque: Ambientação muito boa
Indicado para: Todos os fãs de jogos de mundo aberto e amantes da cultura oriental


Avaliação¬

Enredo: O enredo se passa em Hong Kong e conta a história de Wei Shen, um policial que nasceu na China, porém viveu boa parte de sua vida nos Estados Unidos. Ele recebe uma missão em que deve se infiltrar na maior organização criminosa do país, a Sun On Yee, e derrubá-la. Durante praticamente todo o gameplay ele sofre com uma pequena crise de identidade que o divide entre continuar realizando as atividades criminosas passadas à ele pela organização, fazendo com que ganhe a confiança dos membros mais influentes da organização, e realizar a missão que lhe foi passada pelo departamento de polícia. Isso chega a ser bem cansativo devido a constante repetição das dúvidas de Wei. O enredo é curto e acaba passando rapidamente por boa parte dos inúmeros personagens que estão presentes nele, acabando com uma possível profundidade da história. Sua história não é ruim, porém passa a sensação de que poderia ter sido melhor explorada.

Jogabilidade: A jogabilidade presente em Sleeping Dogs é uma grande mistura de diversas outras vistas em diferentes jogos. As lutas corpo a corpo, que são muito boas e possuem diversos combos muito legais, lembram a jogabilidade presente nos últimos jogos da série Batman. As corridas por sobre os obstáculos lembram muito a movimentação vista em Assassin's Creed, porém bem mais simplificada. Os momentos de tiroteio, onde é possível realizar ações em slow motion, lembra demais a série Max Payne. Além disso, toda a disposição de mapas, missões primárias e missões secundárias é muito semelhante a vista na série GTA. Tudo isso não é ruim, pois o jogo acaba pegando o melhor de outros jogos e junta tudo criando uma própria identidade que flui muito bem. Além disso a ambientação criada no jogo é muito boa, fazendo com que o jogador se sinta de fato andando pelas ruas de Hong Kong, seja indo nos karaokês, apostando em uma mesa de mahjong ou em brigas de galo.

Gráficos: Os gráficos de Sleeping Dogs são muito bonitos e fazem parte da ambientação criada pelos desenvolvedores. Os carros e a água são grandes exemplos do capricho com que tudo foi desenvolvido. Conforme Wei sofre danos, sejam eles providos de socos, tiros, quedas ou atropelamentos, o sangue fica marcado na roupa utilizada por ele, que pode ser trocada a qualquer instante nas safe houses disponíveis nos bairros da cidade. Porém, nem tudo são flores no game. As expressões dos personagens são muito robóticas e não conseguem passar com fidelidade as diferentes cargas emocionais que estão ocorrendo no enredo. Outro ponto negativo é o excesso de brilho em tudo que compõem os cenários, mas principalmente nas roupas de Wei.

Som: Assim como em GTA estão disponíveis canais de rádio quando se utiliza algum veículo, que cobrem os mais diferentes gostos musicais desde o heavy metal até a música clássica. Mas boa parte das trilhas selecionadas para passar durante as programações é composta de músicas nativas orientais que se repetem muito mais do que deveriam. Se houvesse um número maior de músicas em uma programação mais bem preparada seria realmente proveitoso dirigir em Sleeping Dogs, e acredite, você vai ter que dirigir muito.

Conquistas: As conquistas presentes no jogo compreendem praticamente tudo que pode ser feito no grande mapa disponível para o jogador, como utilizar diferentes armas brancas e de fogo, realizar a vasta seleção de movimentos, cantar no karaokê  apostar nas rinhas de galo, competir em corridas de carros entre outras coisas. O grande problema é que tudo isso é excessivamente fácil de ser feito, sendo em alguns momentos até mesmo chato devido a repetição das vezes necessárias para se conseguir uma determinada conquista.


Pontos Fortes¬
+ Jogabilidade fluida
+ Ambientação muito boa
+ Gráficos muito bonitos

Pontos Fracos¬
- Rádios muito ruins
- Conquistas repetitivas
- Enredo pouco trabalhado


Considerações¬

Sleeping Dogs é mais um jogo desenvolvido com as características de mundo aberto que tornaram GTA tão famoso. Ele agrega uma série de conceitos presentes em outros jogos, como Batman, Max Payne e o próprio GTA, mas tudo isso com uma identidade própria do game. As cenas de luta, principalmente corpo a corpo, são muito legais e realmente divertem o jogador e aliadas a grande ambientação geram uma boa impressão. Porém, seu enredo não é bem trabalhado, seja com seus personagens sem profundidade ou a repetição das dúvidas de Wei, o que acaba tirando um pouco da graça do jogo. É um jogo que recomendamos apenas para aqueles que não querem jogos que o prendam, o típico jogo casual. Se tiver a assinatura da PSN Plus americana aproveite, afinal este jogo está disponível gratuitamente para você!


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Notas Utilizadas¬
_Péssimo
_Ruim
_Regular
_Bom
_Ótimo

16/05/2013

Análise: Injustice Gods Among Us


Injustice Gods Among Us é o mais novo game da NetherRealm e coloca os mais famosos heróis e vilões uns contra os outros em lutas incríveis. Por trás da produção está Ed Boon, um dos criadores da famosa saga Mortal Kombat. Por isso, muitos acharam que Injustice seria apenas um Mortal Kombat com skins de outros personagens como Batman e Super Man. Estariam eles certos ou este é um game com uma identidade própria?

Jogo: Injustice Gods Among Us
Plataforma: Xbox 360 / PS3 / WiiU
Destaque: Enredo envolvente e jogabilidade fluida
Indicado para: Todos os fãs de jogos de luta arcade e amantes de HQs


Avaliação¬

Enredo: Seria possível um game de luta possuir um enredo empolgante? Mortal Kombat mostrou que sim, isso é possível. E seguindo a mesma fórmula, Injustice bebe da mesma fonte com relação ao grande enredo no seu modo história. Todo o cruzamento dos personagens de mundos diferentes se deu porque o Coringa decidiu atacar o Super Man por meio da Louis Lane que estava grávida, além de matar Jimmy, melhor amigo do Clark. Tudo isso fez parte de uma armadilha e quando o homem de aço chegou ao local para salvar sua esposa ele levou uma borrifada de um gás que sofreu uma mistura do gás do medo do Espantalho com um pouco de criptonita. Pelos efeitos da mistura, ele acaba confundindo Louis com o Apocalypse, e por não lutar contra ele na Terra, acaba levando-a para o espaço. Devido a isso, Louis acaba morrendo e levando uma bomba atrelada aos seus batimentos cardíacos a explodir, matando milhões de pessoas inocentes. Enfurecido por essa atitude, Super Man acaba tomando o planeta para ele, pois decide que os humanos não podem se governar. Alguns heróis acabam se juntando a ele e os que não concordaram com essa atitude acabam formando uma rebelião encabeçada por Batman, explicando assim o choque de universos dos diferentes personagens.

Jogabilidade: Por ter sido desenvolvido pela equipe da NetherRealm, a jogabilidade presente em Injustice é absurdamente semelhante a de Mortal Kombat. Isso é ruim? Nada disso! Todos os comandos respondem muito bem e deixam as batalhas realmente épicas. O sangue e fatalidades presentes em Mortal Kombat foram removidos de Injustice e os X-Ray Moves foram alterados de uma forma brilhante! Cada personagem possui uma barra de força que é carregada durante a luta e dependendo do nível em que ela está, é possível soltar um determinado golpe mais poderoso ou o golpe único do lutador. Além disso, existem os momentos "Clash" onde os lutadores apostam partes da barra e o vencedor, além de causar dano ao adversário, recebe uma parcela da barra de vida do inimigo.

Gráficos: Os gráficos de Injustice são muito bonitos, principalmente com relação aos cenários do jogo, que são variados e muito interativos. Boa parte deles podem ser destruídos e possuem diversos itens para se interagir, além de diferentes níveis para acessar durante a luta. O único ponto fraco que realmente é frustrante fica por conta dos gráficos vistos nas cinematics, que misteriosamente possuem uma queda de quadros sofrível, tirando o brilho visto nas cenas de gameplay.

Som: A trilha sonora vista em Injustice é realmente muito boa, principalmente nos créditos, onde começa a tocar uma música do Depeche Mode! Porém, o grande destaque fica por conta das vozes escolhidas para a dublagem dos personagens, que são nada mais nada menos do que os dubladores oficiais dos desenhos e filmes de cada personagem! É muito legal ouvir as vozes que nós já estamos acostumados nos personagens, fazendo toda aquela estranheza com relação ao personagem desaparecer.

Conquistas: As conquistas de Injustice não são ruins, porém são muito semelhantes a Mortal Kombat. Isso acaba tirando um pouco da graça delas por ser mais do mesmo do que já foi visto anteriormente. Mesmo assim existem conquistas legais que incentivam o jogador a experimentar os diferentes modos de jogo e testar os diferentes níveis de desafios que agradam os mais variados tipos de jogadores.

Multiplayer: Todos os pontos fortes e fracos vistos em Mortal Kombat estão presentes neste novo game. A velocidade de conexão continua muito boa, porém é realmente custoso encontrar adversários para as lutas. Além disso, o problema com o balanceamento dos adversários continua presente prejudicando, principalmente, os jogadores de primeira viagem.

HQ Injustice: Curtiu a história presente em Injustice Gods Among Us? O que acha de curti-la em sua HQ original? O enredo do jogo é praticamente o mesmo que pode ser visto nos quadrinhos, com algumas pequenas alterações. Para você que curtiu o game ou é fã do universo DC Comics então essa é uma leitura obrigatória!



Pontos Fortes¬
+ Enredo envolvente
+ Vozes utilizadas na dublagem
+ Jogabilidade fluida
+ Brilhante ambientação

Pontos Fracos¬
- Quedas de quadros nas cinematics
- Conquistas pouco inovadoras
- Balanceamento no multiplayer


Considerações¬

Assim que foi lançado, Injustice Gods Among Us recebeu o rótulo de ser apenas um Mortal Kombat com skins de personagens da DC Comics. O game simplesmente calou a todos que acharam isso! Ele trouxe tudo que já foi visto anteriormente em MK, porém com uma identidade totalmente nova. Seu modo história consegue ser ainda mais empolgante e mesmo sem ter a mesma violência consegue passar a magnitude das lutas entre os diferentes heróis e vilões dos HQs. A atenção dada as vozes escolhidas para dublar os personagens também é um grande diferencial deste grande jogo de luta, que retrata como poucos, o fantástico mundo das HQs!


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Notas Utilizadas¬
_Péssimo
_Ruim
_Regular
_Bom
_Ótimo

14/05/2013

Análise: Mortal Kombat


Mortal Kombat é uma das mais antigas e respeitáveis franquias do mundo dos games quando se refere a jogos de luta. A franquia ficou marcada por trazer um nível de violência nunca antes visto, com muito sangue, vísceras e ossos para todos os lados em cenários repletos de easter eggs. Uma das marcas registradas na série é a presença de lutadores secretos que podem ser desbloqueados realizando determinadas ações nos games, ponto este que foi pioneiro no gênero de lutas!

Jogo: Mortal Kombat
Plataforma: Xbox 360 / PS3 / PS Vita
Suporte a Multiplayer: Sim
Destaque: Jogabilidade inovadora e violência das lutas
Indicado para: Todos os fãs de jogos de luta arcade


Avaliação¬

Enredo: O enredo dos diferentes games da franquia Mortal Kombat são marcados por constantes idas e vindas, nem sempre representando uma sequência lógica ou que seja atrativa. Diferentemente dos games anteriores que continham as famosas torres com os adversários que devem ser derrotados, este novo MK contêm um modo história que é absolutamente atrativo! O enredo consiste no Raiden do futuro prestes a ser derrotado por Shao Kahn que utiliza as suas últimas reservas de energia para enviar uma mensagem a seu eu do passado, informando que Liu Kang deve ganhar o torneio Mortal Kombat e alterar o futuro caótico que está reservado à raça humana. Durante os capítulos, o jogador controla praticamente todos os personagens do jogo, o que o deixa no mínimo familiarizado com os movimentos de boa parte dos lutadores. Todo o modo história é realmente atrativo, tornando este um jogo de luta realmente viciante!

Jogabilidade: O primeiro ponto, e talvez o mais importante com relação a jogabilidade, é o retorno do game para lutas em 2D, onde os cenários e personagens são desenvolvidos em 3D! Isso limpa toda a impressão ruim causada pelos inúmeros jogos em 3D da franquia que foram decepcionantes. Os movimentos possíveis de cada personagens estão presentes na tela de pause do jogo, e dessa forma é possível saber até mesmo alguns combos básicos sem muito esforço. Caso você seja um jogador hardcore certamente perderá algum tempo aprendendo os mais apelativos combos possíveis! A maior inovação presente com relação à jogabilidade é a inclusão dos X-Ray Moves, que são golpes especiais onde o personagem executa uma série de movimentos que quebram os ossos do oponente e é possível visualizar os resultados em uma câmera com filtro de raio-X, tornando cada um deles absolutamente extasiante! O único ponto negativo, mas que não necessariamente deve ser encarado como um problema, é a questão da alteração dos movimentos padrões dos personagens nos jogos anteriores da franquia. Um caso claro é o bicycle kick de Liu Kang, que deixou de ser executado ao segurar o botão de chute por alguns segundos. Isso acaba causando um pouco de estranheza aos jogadores oldschool, mas é facilmente superado na primeira hora de jogo.

Gráficos: Mortal Kombat foi desenvolvido utilizando como engine a Unreal Engine, o que garantiu gráficos muito bem feitos! Os cenários, tanto os novos quanto os clássicos The Pit ou Living Forest, estão muito bonitos e ampliam ainda mais a qualidade gráfica dos combates. Uma inovação implementada neste novo jogo é a medida que a luta progride os danos ficam estampados nos lutadores, seja com rasgos nas roupas ou ferimentos expostos, ampliando ainda mais a violência da franquia. O único ponto fraco fica com relação aos designs dos rostos dos personagens, que passam a aparência de serem partes de bonecos.

Som: A trilha sonora do jogo acaba passando despercebida em boa parte das horas de jogo, seja por não ser muito marcante ou pela atenção demandada pelo jogador nas lutas. Claro que a música tema da franquia Mortal Kombat está presente e é sempre maravilhoso escutá-la! As vozes utilizadas nas dublagens são regulares com alguns destaques, principalmente para as vozes de Shao Kahn e Raiden.

Conquistas: O foco das conquistas de Mortal Kombat é claramente voltado para a jogatina mutliplayer, mas conquistas voltadas para o single player estão presentes e são muito bem boladas. Não importa o seu modo de jogo, o desafio é constante caso queira obter conquistas no game! Uma das mais bem pensadas é com relação à Torre de Desafios, que consiste em mais de 300 lutas onde o jogador deve vencer as lutas com determinadas interferências, como vencer sem pular ou lutar em uma tela invertida.

Multiplayer: Este é o grande foco do game, e onde certamente serão encontrados os maiores desafios. A quantidade de jogadores apelativos jogando online é infinita! É realmente vital só se aventurar nos embates contra outros jogadores quando dominar os diferentes combos possíveis no jogo. A velocidade de conexão, tão importante em games de luta, é muito boa e não atrapalha a jogatina, porém encontrar adversários é um pouco custoso devido a demora para "casar" as lutas. Outro ponto que vale ser ressaltado é a respeito do balanceamento dos adversários, que não é dos melhores. Dessa forma é muito comum enfrentar adversários muito mais experientes que você.

Fato Equipe Zona 3: "Quando este novo game da franquia foi anunciado fiquei com uma expectativa imensa, assim como praticamente todos os jogadores, fãs ou não dos games antigos. Lembro que justamente quando o game foi lançado acabei pegando conjuntivite naquele surto que tivemos em São Paulo. Assim que sai do médico com meu atestado de 5 dias qual foi a primeira coisa que eu fiz? Exato! Fui comprar minha edição de Mortal Kombat e aproveitei como nunca meus dias de doença!" - UiU

"Jogava Mortal Kombat desde pequeno, mas fui perdendo interesse pela franquia, que para mim foi ficando meio "mais do mesmo". Até que nos reunimos um dia para fazer uma reunião da Equipe Z3 e lá joguei esse Mortal Kombat, online. Poutz, viciante! Bem mais competitivo. Entre uma luta e outra, rolou um clássico: eu de Scorpion e um cara de SubZero. O cara deu uma vacilada e rolou um Flawless Victory (como podemos ver aqui). É o tipo de coisa que melhora a experiência, fiquei fã do jogo" - Luis, o Amaral


Pontos Fortes¬
+ Modo História
+ Jogabilidade flúida
+ Gráficos detalhados
+ Conquistas para todos os gostos

Pontos Fracos¬
- Trilha sonora pouco presente
- Rostos dos personagens
- Multiplayer desbalanceado


Considerações¬

Mortal Kombat foi um divisor de águas na série mitológica deste, que é um dos mais marcantes games de luta da história sempre lembrado pelo alto teor de violência em seu gameplay. A franquia trilhou caminhos tortuosos com games de qualidade duvidosa e acabou perdendo - e muito - seu apelo com os fãs. Este novo título trouxe importantes inovações como os X-Ray Moves e o Modo História aliados a boa e velha forma de se jogar Mortal Kombat, ou seja, em 2D!
Mesmo não sendo fã, é um jogo que deve ser jogado por todo player e para todos os amantes de MK é aquisição obrigatória, dando um fatality dos mais violentos na desconfiança gerada pelos últimos jogos da série! MK VOLTOU!


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Notas Utilizadas¬
_Péssimo
_Ruim
_Regular
_Bom
_Ótimo

13/05/2013

Lista de jogos confirmados para Xbox 720!

Muita expectativa ronda o lançamento do Xbox 720. Ok, esse pode não ser o nome oficial, mas pelo menos será o apelido oficial até dia 21 de maio, data que a Microsoft fará a apresentação mundial do console.

Enquanto aguardamos para tirar muitas dúvidas - como por exemplo, "jogos de 360 serão compatíveis?" -  saiu uma lista dos jogos já confirmados para o console. Dá uma olhada se não é para criar expectativas!

The Evil Within
Jogo estilo survival horror, dos mesmos criadores de Resident Evil. Já falamos dele, clique aqui para lembrar!

            

Halo 5
Dizem que é o último da franquia. Será?


Thief
A franquia, onde você controla um ladrão na idade média foi esquecida por anos, e agora retorna para o novo Xbox.

            


Ryse
Dos mesmo criadores da franquia Crysis, esse será um jogo de luta em primeira pessoa situado durante o Império Romano. Sua interação com o Kinect promete ser uma bela experiência no novo console.

            

Destiny
Da mesma equipe responsável pela série Halo, o jogo promete revolucionar os FPS, misturando o gênero definitivamente ao MMO, usando o tão falado recurso de acesso permanente à internet do novo Xbox.

            

Dragon Age III: Inquisition
Ainda sem data para lançamento, como anunciamos há um tempo atrás.



Doom 4
Anunciado faz tempo, mas parece que só agora vai sair do papel.


The Witcher 3: Wild Hunt
Último episódio da saga.



Além desses, foram anunciados também Call of Duty: Ghosts, Forza Motorsport 5, Rainbow 6: Patriots, Mafia 3, Watch DogsAssassin’s Creed IV: Black Flag e um novo Sonic, ainda sem título.

E aí, ansioso já?

09/05/2013

Análise: Neverwinter


O mundo de Neverwinter se iniciou como um livro para o famoso RPG de mesa D&D (Dungeons & Dragons) e depois veio para o PC em diversos games como Neverwinter Nights de 1991 (para DOS), Neverwinter Nights de 2002 e Neverwinter Nights 2 de 2006. Agora a Cryptic Studios abriu o MMO em seu período de testes e vamos falar um pouco sobre ele!

Jogo: Neverwinter
Plataforma: PC
Destaque: História (lore) do jogo
Indicado para: Fãs de MMO e do RPG de mesa Dungeons & Dragons


Avaliação¬

Enredo: Normalmente, os MMOs existentes por aí são fracos em relação a história contada salvo algumas exceções como World of Warcraft. O jogo contém uma bela história de apresentação no início do jogo e as missões possuem um enredo progressivo que facilitam ao jogador se apegar ao MMO - que costumeiramente possuem missões chatas. Um ponto muito alto é que há uma janela do jogo que conta o lore (enredo) incluindo as missões que você já realizou.

Jogabilidade: A jogabilidade de Neverwinter é bem parecida com os chamados MMOs novos, onde o movimento do mouse é a movimentação da câmera (como Tera ou Guild Wars 2). O grande diferencial está nas teclas usadas para as habilidades. Além do clássico, WASD e dos botões do mouse, você utilizará as teclas Q, E, R, Tab, 1, 2, 3, 4 e 5 para usar habilidades e poções e mais nada! Além disso, o espaço pula (clássico) e o Shift bloqueia, se você for uma classe que usa escudo, ou esquiva dos ataques. O único problema de Neverwinter é que você não consegue se movimentar enquanto ataca inimigos que poderia fazer grande diferença em uma arena de PvP.

Gráficos: Os gráficos não são de última geração como poderiam ser, porém é rico em detalhes e a criatividade dos cenários é magnífica! O jogo é lotado de DGs (dungeons) e cada uma é completamente diferente da outra não se tornando um jogo entendiante ou irritante. Os detalhes nas cidades principais do jogo, como a própria Neverwinter, são um show a parte. A caracterização dos personagens quando se está criando-os é bem divertida e criativa.

Som: Por se tratar de um MMO medieval e de um título com a grandeza da marca Dungeons & Dragons, o jogo merecia uma trilha sonora, no mínimo, épica! Mas deixa um pouco a desejar... Os efeitos sonoros valem a pena mas não é nada de muito especial também. Pelo menos, o som do jogo no geral não irrita pois não é repetitivo.

Conquistas: Como o jogo contém muitas DGs, há muitas conquistas diferentes para se adquirir e são bem criativas. Para um jogador de MMO que está acostumado com milhões de conquistas em jogos como WoW, isso é ótimo! E depois de alcançar um belo nível e bons equipamentos começa a caça às conquistas!

Multiplayer: Como um belo MMO, não deixa nada a desejar no quesito multiplayer! Possui arenas de PvP que podem ser realizadas a todo o momento e garantem uma grande diversão, além de contar também com algumas DGs diferenciadas que podem ser feitas em conjunto com grupos escolhidos randomicamente. O grande diferencial fica para o fato de que os jogadores podem criar suas próprias DGs e não só isso, podem criar campanhas com diversas DGs contando a história da campanha se tornando assim um GM (Game Master) como nos jogos de RPG de mesa de D&D. Ao jogar uma campanha ou DG criada por outro jogador, você pode deixar sua qualificação para a mesma e isso enriquece ainda mais o mundo de Neverwinter.


Pontos Fortes¬
+ Criação de DGs e campanhas pelos jogadores
+ Enredo sensacional e que prende o jogador
+ Caracterização dos personagens

Pontos Fracos¬
- Trilha sonora fraca
- Gráfico poderia ser de última geração


Considerações¬

Como alguns de nós chegou a jogar D&D nas mesas de RPG e até possui o livro de Neverwinter, a sensação ao começar o jogo foi indescritível! A caracterização, o enredo, o mundo criado e a imersão é completa e extremamente fiel ao jogo de décadas atrás. Ainda mais por ser gratuito e distribuído pela PW, facilita ainda mais o acesso a este mundo tão único. O jogo está em período de testes abertos e pode ser baixado pelo site oficial.


Notas Utilizadas¬
_Péssimo
_Ruim
_Regular
_Bom
_Ótimo

08/05/2013

Análise: Dead Space 2


A continuação da série, Dead Space 2 passou a ser desenvolvida pela Visceral Games e a mudança foi essencial para o grande sucesso do jogo. Na primeira semana após o lançamento, o jogo vendeu 2 milhões de cópias segundo dados da Electronic Arts que foi a responsável por sua distribuição.

Jogo: Dead Space 2
Plataforma: PS3 / PC / Xbox 360
Destaque: O terror vai muito além de meros sustos
Indicado para: Fãs de jogos de terror psicológico e da série Dead Space


Avaliação¬

Enredo: Isaac Clarke está de volta ainda mais maluco do que em Dead Space. Após todo o ocorrido na antiga nave Ishimura, ele se encontra em Sprawl, uma estação situada em uma das luas de Saturno, não se lembra dos últimos 3 anos e está sendo analisado (já com camisa de força) pelo médico Franco Delille. Eis que uma invasão de Necromorphs acontece e claro, seu objetivo é sobreviver aos ataques e as alucinações de Nicole em sua mente. Entra em cena Daina Le Guin que pretende salvar Isaac pois ele é uma peça essencial relacionada ao famoso Red Marker que é o artefato primordial da religião Unitology. Outra pessoa fundamental que surge na série é Ellie Langford que (para evitar spoilers) não citaremos muito sobre sua aparição em Dead Space 2. A parte psicológica com as alucinações de Clarke é uma parte muito intrigante da história e que nos prendeu ainda mais ao personagem durante o jogo. O momento em que escutamos a voz de Nicole pela primeira vez nos arrepiou até a espinha!

Jogabilidade: A mecânica do jogo é muito parecida com a de seu antecessor. Porém, há algumas inovações à série como alguns QTE (quick time events) e alguns momentos de ação enquanto cai que é bem  divertido e nos prende a todo momento ao personagem. O famoso pisão de Isaac continua existindo mantendo sua raiva ao desmembrar os Necromorphs. As armas e armaduras mantém todo o seu estilo próprio, assim como seu RIG (Resource Integration Gear). O personagem, porém, continua meio duro em sua movimentação, característica esta que vem desde o jogo anterior.

Gráficos: Como o jogo passou para as mãos da Visceral, os gráficos deram uma boa melhorada e o jogo ficou um pouco mais sombrio que o anterior. Os detalhes do cenário e das armas de Isaac são impressionantes e a riqueza e variedade de Necromorphs garantiu um belo artbook em sua edição de colecionador. Livro inclusive que todo gamer viciado na série deveria ter!

Som: Os efeitos sonoros são muito fiéis aos acontecimentos durante o gameplay. A voz de Isaac poderia ser um pouco melhor, mas as vozes em sua cabeça compensam esta pequena falha de caracterização. A música do jogo cria uma ambientação perfeita para a loucura de Clarke e para os cenários, como a volta à Ishimura. A trilha sonora também pode ser encontrada na edição de colecionador!

Conquistas: Há 58 achievements no jogo sendo que a maioria pode ser adquirida no decorrer da história. Porém, as conquistas secretas são mais complicadas de se obter. Não há muita criatividade nas mais difíceis sendo apenas matar determinados monstros com armas pré-estabelecidas ou coisas do tipo.

Multiplayer: Dead Space 2 é o primeiro jogo da série que contém multiplayer e na nossa opinião é algo completamente dispensável. Se trata apenas de partidas onde um time é composto por humanos e o outro composto por Necromorphs. As primeiras vezes é divertido, mas a graça dura bem pouco mesmo porque a criatividade foi quase nula no momento que decidiram implantar este sistema no jogo.


Pontos Fortes¬
+ Enredo de arrepiar
+ Trilha sonora perfeita para ambientação
+ Grande imersão

Pontos Fracos¬
- Multiplayer dispensável
- Falta de criatividade nas conquistas
- Isaac Clarke continua com uma movimentação dura


Considerações¬

A sensação que Dead Space 2 passa para o jogador é que ele é o próprio Isaac Clarke. A imersão no jogo é completa e faz você ficar meio louco, se arrepiar com as vozes em sua cabeça e pular com os sustos dados pelos Necromorphs. Neste jogo que Isaac se torna um personagem muito mais carismático mesmo com todos os problemas psicológicos. É aqui que a série se destaca no mundo dos games e entra para a categoria de séries imperdíveis!


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Notas Utilizadas¬
_Péssimo
_Ruim
_Regular
_Bom
_Ótimo